Projeto de lei pretende estabelecer cota máxima de ingressos para estudantes
A meia-entrada está mais uma vez sendo debatida. Isso por conta do Projeto de Lei 4571/08, que limita a venda da meia-entrada ao máximo de 40% do total de ingressos oferecidos ao público em salas de cinema, teatros, circos, museus, parques e eventos educativos, esportivos e de lazer.
O projeto prevê ainda a criação do Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil. O órgão seria gerido pelo Executivo e estabeleceria os critérios necessários para a padronização e distribuição da identificação estudantil, entre outras atribuições.
Para a Associação Brasileira de Promotores de Eventos, atualmente existe muita fraude com carteiras de estudante. Com isso, as empresas organizadoras dos eventos aumentam o preço dos ingressos normais para compensar a meia-entrada.
Já a União Nacional dos Estudantes, UNE, defende um novo marco regulatório que combata a raiz do problema: as falsificações. A UNE acredita também que a meia-entrada é um caminho eficaz para acesso à cultura e cidadania e não deve haver restrições de público, e sim, um controle maior na emissão das carteiras.
A meia-entrada está mais uma vez sendo debatida. Isso por conta do Projeto de Lei 4571/08, que limita a venda da meia-entrada ao máximo de 40% do total de ingressos oferecidos ao público em salas de cinema, teatros, circos, museus, parques e eventos educativos, esportivos e de lazer.
O projeto prevê ainda a criação do Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil. O órgão seria gerido pelo Executivo e estabeleceria os critérios necessários para a padronização e distribuição da identificação estudantil, entre outras atribuições.
Para a Associação Brasileira de Promotores de Eventos, atualmente existe muita fraude com carteiras de estudante. Com isso, as empresas organizadoras dos eventos aumentam o preço dos ingressos normais para compensar a meia-entrada.
Já a União Nacional dos Estudantes, UNE, defende um novo marco regulatório que combata a raiz do problema: as falsificações. A UNE acredita também que a meia-entrada é um caminho eficaz para acesso à cultura e cidadania e não deve haver restrições de público, e sim, um controle maior na emissão das carteiras.
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